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    Blog do Empreendedor

Depois de um salto histórico em 2023, em que ultrapassou a marca dos 16 milhões de postos de trabalho em todo o mundo, a geração de empregos em energias renováveis se manteve positiva para todo o mundo. Atrás apenas da China e da União Europeia, o Brasil emprega atualmente cerca de 1,56 milhão de pessoas exclusivamente na produção de energia renovável.

Exemplos dessa relevância para o cenário nacional estão na paisagem de fazendas e propriedades espalhadas por todo o país. Não é raro ver Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), bem como usinas solares e eólicas ocupando espaços que antes eram apenas de cultivo e plantações.

Além disso, mudanças também são visíveis em indústrias e empresas, que deixaram de ter a fumaça como marca registrada (e que era decorrente da queima de combustíveis fósseis).

Apesar de muitos conhecerem mais as fontes hídricas, eólicas e solares de energias renováveis, foi registrado crescimento de empregos na área dos biocombustíveis. Os biocombustíveis se fortalecem como novidades no mercado, com alto grau de inovação e tecnologia embutidos nos resultados apresentados. Isso porque, para serem cada vez mais eficientes e sustentáveis, a pesquisa em torno dos mesmos tem ampliado vagas no setor químico, por exemplo, a fim de que haja mais eficiência e viabilidade econômica na produção dos biocombustíveis.

Mercado continuará em crescimento

Como as pessoas estão cada vez mais dependentes da energia elétrica, há uma meta da COP28 para que os países reduzam a emissão de gases que contribuem com o efeito estufa e, consequentemente, agravam o aquecimento global. Não há, segundo os ambientalistas, possibilidades de salvar o planeta sem utilizar energia limpa.

Dessa maneira, é esperado que até 2030 as fontes de energia renovável sejam triplicadas, com investimentos que devem ultrapassar os US$ 2 trilhões de dólares. Com mais geração de energia em fontes renováveis, mais emprego e renda para produtores de todo o país. Também implica no desenvolvimento de mais tecnologia e formas inovadoras de pensar na sustentabilidade e agir em prol do meio ambiente, além de reduzir custos e aumentar a oferta para a população.


Fonte: g1.globo.com